#2 Ai, Evaristo, vem cá abaixo ver isto!

Hello, darlings!

mariah-shades
Fonte: popcrush.com // Mariah Carey em #MariahLive (MTV First).

#1. Nunca mais é demasiado tempo.

Segundo diversos jornais desportivos portugueses, Cristiano Ronaldo já não volta a Madrid. Mas nunca, nunca mais? Nunca mais mesmo? Nunca mais é demasiado tempo. Afinal, percebi após clicar no artigo, “não volta mais ao Real Madrid”. Oops, era um clickbaitzinho. Acontece. Talvez TODO este drama à la telenovela da Globo seja um clickbaitzão para encher jornais durante os meses de verão. Se for, por favor, parem de brincar com as emoções de milhares de portugueses que acreditam que o Cristiano Ronaldo vai regressar ao Sporting e ajudar a ganhar campeonatos suficientes para compensar a travessia no deserto que dura há mais de uma década.

#2. No alcohol zone.

Nunca pensei escrever isto e, se o fizesse, talvez eu é que estivesse sob a influência de álcool. Mas, mas, mas, mas, gente, existe um perímetro em redor dos estádios que recebem os jogos da Taça das Confederações onde o consumo de bebidas alcoólicas é extremamente proibido. Esta medida irá afetar todos os jogos disputados durante a competição e nem mais, nem menos a partida entre Portugal e a Rússia. Um minuto de silêncio pelas bebedeiras que poderiam ter existido, não fossem estes dois países, respetivamente, décimo primeiro e quarto na lista de maiores consumidores de álcool per capita, segundo dados de 2010. Mas podia ser pior! Portugal acabou de empatar contra o México e está all the way up rumo à final. Podia ter sido muito pior… Podia ter ganho o jogo. E bem sabemos que todas as equipas que ganharam todos os jogos do seu grupo acabaram por perder o Europeu.

#3. I live the Portuguese dream.

Depois de José Castelo Branco ter partido rumo aos States, Sintra não foi a mesma. Ficou melhor. Até chegar a tia Marge… Sim, ao que tudo indica, a Madonna comprou a Quinta dos Relógios em Sintra! Adoro, adoro. Aliás, fico muito contente por ela ter escolhido Portugal no meio de cerca de 190 possibilidades e, se o problema dela é o Grump, não podia ter optado melhor quando escolheu um país governado por pessoas que parecem ser o oposto dele. Mas a questão é: Quanto tempo até os mirones começarem a fazer fila para tentar vislumbrar a Nossa Senhora da Madonna? 

#4. É uma nova fragrância?

Foi o que quis pensar quando me disseram que iam ver o Axl Rose vulgo Guns N’Roses. Admito, de todos os membros dos Guns N’Roses, só conheço o Slash, devido a uma parceria com a Rihanna, e o Axl Rose por parecer o Chucky, o boneco assassino. Parece que estava enganada, pois as avaliações da digressão têm sido bastante positivas. Fui injusta e reconheço. Apesar de terem passado décadas após a era dourada da banda, deram um brilhante espetáculo musical a todos os que pagaram para os ver ao vivo. Kudos!

#5. Não sou eu quem tem de se pronunciar sobre o assunto. 

Mas vou falar de qualquer das formas. Ora são os tertulianos aka apresentadores que nunca singraram na vida, ora são os familiares que se esquecem de quem tantas oportunidades lhes deu e, possivelmente, põe a comida no prato sem exigir nada em troca. Custa muito respeitar a vontade alheia de ter alguma privacidade? É preciso ter atenção vinte e quatro horas por dia, ultrapassando tudo e todos? Não creio que seja.

#6. Olha para o que eu como, não olhes para o que eu digo.

Não adoram aquelas pessoas que “não são racistas, mas”? Seres humanos de categoria! Conheço uma senhora alemã que, apesar de ser simpática para comigo, possui esse, na minha opinião, grande defeito. Não é que ela, que passa a vida a falar mal dos turcos, resolveu oferecer-nos charutos de folha de uva recheados, uma especialidade que adquire em lojas turcas e tanto adora? A verdade é que não gosto de charutos de folha de uva… Gosto que as pessoas não sejam julgadas pela sua nacionalidade, querida.

#7. Quando o fumo desaparecer, fica a triste derrota.

A morte é inevitável. Exceto durante os períodos de maior calor em Portugal. Aí, é tão certo quanto a própria morte que irão falecer pessoas de forma evitável, quer em terra, quer no mar. Oxalá houvesse suficiente responsabilidade política, legislativa e cívica para contornar o evitável. Evitável esse que destrói vidas, despedaça famílias e populações, tal como causa irreparáveis ao meio ambiente, magoando, vezes sem conta, um país inteiro.

E é com esta nota de pesar que me despeço hoje e vos desejo uma excelente semana. Que os dias que se avizinham tragam notícias mais positivas e muitas coisas boas para cada um de nós. 🙂

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